AGÊNCIA CBIC
CBIC acompanha anúncio de R$ 10 bilhões para ampliação do Minha Casa, Minha Vida
Vice-presidente financeiro da entidade, Eduardo Aroeira, representou a construção civil em cerimônia no Palácio do Planalto que confirmou a contratação de 85 mil novas moradias do programa habitacional.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) participou, nesta sexta-feira (12), no Palácio do Planalto, em Brasília, do anúncio do Governo Federal das propostas selecionadas para a contratação de 85 mil novas moradias do Minha Casa, Minha Vida nas modalidades Rural e Entidades. Com investimento de R$ 10 bilhões, a medida contempla 50 mil unidades do MCMV Rural e 35 mil da modalidade Entidades, ampliando a meta originalmente prevista pelo programa.
Os recursos são provenientes do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS), que apoia a produção social da moradia e incentiva a participação das comunidades na busca por soluções habitacionais.
O vice-presidente financeiro da CBIC, Eduardo Aroeira, representou a entidade no evento e destacou a importância da iniciativa para o setor e para a população brasileira.
“Esse anúncio fortalece a construção civil e amplia o acesso à moradia para milhares de famílias. Mais do que novas unidades habitacionais, estamos falando da oportunidade de proporcionar segurança, qualidade de vida e dignidade para quem mais precisa. O Minha Casa, Minha Vida é um dos programas sociais mais relevantes do país e segue cumprindo um papel fundamental na redução do déficit habitacional”, afirmou Eduardo.
Durante a cerimônia, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro das Cidades, Vladimir Lima, destacaram a relevância do programa, que já beneficiou milhões de famílias em todo o país.
A modalidade Entidades é destinada a famílias com renda mensal de até R$ 3.200 e prioriza a produção habitacional por autogestão, com participação direta das comunidades. Já o MCMV Rural atende famílias com renda bruta anual de até R$ 50 mil, incluindo agricultores familiares, trabalhadores rurais e comunidades tradicionais, garantindo acesso à moradia digna no campo por meio do custeio da construção pelo Governo Federal























































































